domingo, 14 de dezembro de 2008

GRUPO CIENTISTAS DE MACAÉ




Adriana, Ana Lúcia, Daniele, Kelen Kátia, Leocyr, Luciane, Marta, Renata








Experiência “Nível da água”



  • Material didático:
    Um pote transparente
    Uma fita adesiva colorida
    Uma pedra de gelo
    Água

  • Metodologia:
    O professor mostra aos alunos um pote transparente e faz uma marca ao redor com uma fita adesiva colorida.
    Após isto, será colocada no pote uma grande pedra de gelo que exceda o tamanho da marca. Será explicado aos alunos que a pedra de gelo representa as geleiras de nosso planeta.
    Então será colocada água no pote até o limite da marca. Aos alunos será explicado que a água colocada no pote representa as águas dos oceanos do nosso planeta.
    Será pedido aos alunos que fixem a atenção no nível da água enquanto o gelo derrete.

  • Possibilidades de utilização:
    Fica comprovado que na medida em que o gelo derrete, o nível da água tende a aumentar superando a marca ao redor do pote. Concluindo, o professor e os alunos refletirão sobre como o descongelamento das geleiras eleva o nível das águas dos oceanos. Refletirão também sobre os problemas que isto pode causar e as formas de se evitar tal fenômeno.

  • Conteúdos:
    Aquecimento global
    Descongelamento das geleiras
    Aumento do nível de água dos oceanos






Experiência “Capacidade Térmica e Calor Específico”



  • Material didático:
    Água
    Copo de papel
    Termômetro
    Isqueiro

  • Metodologia:
    Coloque a água num copo de papel e aqueça. Use um termômetro para registrar a temperatura da água. Em seguida aqueça um copo de papel vazio. Observe o que acontece.

  • Possibilidades de utilização:
    Quando esquentamos um copo de papel com água dentro, observamos que o papel não queima, e que a temperatura da água aumenta. Isso acontece porque a água é capaz de absorver o calor do copo, de modo que este não queime. Essa capacidade é conhecida como capacidade térmica, e no caso da água se diz alta capacidade térmica, porque é necessário fornecer muito calor para conseguir aumentar a temperatura da água. O calor específico é a quantidade de calor necessária para alterar em 1°C a temperatura. A água possui um elevado calor específico, ou seja, é necessário fornecer ou retirar uma grande quantidade de calor para que se altere a temperatura.

  • Conteúdos:
    Capacidade térmica
    Calor específico


Experiência “Solvente universal”



  • Material didático:
    Açúcar OU sal
    Copo com água

  • Metodologia:
    Coloque 3 colheres de açúcar ou sal num copo com água e mexa. O que aconteceu com o açúcar/sal que foi colocado na água? Desapareceu, não existe mais?
    Podemos dizer que desapareceu, porque não o enxergamos mais, porém ele ainda está no copo, ou melhor, está dissolvido na água, portanto não sumiu! A água é capaz de quebrar, como se estivesse desmanchando o açúcar ou sal em partes tão pequenas que não conseguimos mais enxergá-las. Essa capacidade de dissolver as substâncias faz com que a água seja considerada um solvente universal.
    Continue colocando açúcar ou sal na água até conseguir observá-los no fundo do copo.

  • Possibilidades de utilização:
    Depois de uma determinada quantidade de açúcar ou sal colocada, a água não é mais capaz de dissolvê-los. Dizemos então que neste momento foi atingido o ponto de saturação, ou seja, não importa a quantidade da substância, pois não ocorrerá mais dissolução. A criança começa a compreender de maneira prática e simples como se dá este processo.

  • Conteúdos:
    Solventes


Experiência “Transporte”



  • Material didático:
    Corante azul
    Copo de água
    Uma flor branca
    Relógio

  • Metodologia:
    Pingue algumas gotas de corante num copo com água, pode ser a anilina, azul de metileno ou tinta guache. Coloque uma rosa no copo e espere cerca de 30 minutos. Observe o que acontece na flor.

  • Possibilidades de utilização:
    As pétalas mudam de cor porque o corante é transportado pela água através dos vasos condutores das plantas, do ramo até a flor. Esta prática caracteriza a capacidade de transporte de líquidos ou partículas que a água possui.

  • Conteúdos:
    Capacidade de transporte da água



Atividade “Nossa origem”


Não existe saber melhor que o outro, devemos orientar os pequenos para que não tenham postura inadequada. É bom lembra ELES NÃO SERÃO CIDADÃOS, ELES JÁ SÃO!



  • Material didático:
    Cartolinas
    Papel A4
    Lápis colorido

  • Metodologia:
    Inicialmente o professor irá pedir ao aluno que pense no nome de sua mãe, depois no nome da mãe de sua mãe, depois no nome da mãe dela, e da mãe desta, e assim por diante.
    Desta forma os alunos concluirão com a mediação do professor que para tudo que existe um início, uma causa que a origina.
    A partir disso, o professor irá refletir com seus alunos que da mesma forma como as pessoas, o mundo também teve sua origem.
    Então apresentará dois grupos de cartazes com possíveis idéias da evolução e o outro as idéias da criação.

  • Possibilidade de utilização:
    Será explicado para o aluno, que embora as pessoas possam discordar em suas idéias elas precisam sempre manter o respeito pela opinião contrária, valorizando os diferentes tipos de conhecimento.
    Pode-se pedir para que o aluno desenhe a teoria que lhe pareça verdadeira.

  • Conteúdos:
    Origem do mundo
    Teoria da Evolução
    Teoria da Criação



Experiência "Mudando a densidade da água"



Como você já viu anteriomente, ou sabe, a água e o gelo, apesar de serem feitos de H2O, possuem densidades diferentes. É exatamente por isto que o gelo flutua sobre a água.Mas é possível modificar a densidade da água, tornando-a mais densa, facilmente: é só misturar sal!




  • Materiais necessários:

ovo fresco
vasilhame com água e sal

  • Como fazer:

Pegue um ovo fresco e coloque-o num vasilhame com água. O que acontece?O ovo (se realmente estiver fresco) vai para o fundo do vasilhame (aliás, este é um bom teste para saber se um ovo é realmente fresco sem precisar quebrar a casca!).Agora, adicione sal ao vasilhame com o ovo. O que acontece?O ovo começa a flutuar! É por isso que é mais fácil boiar na praia do que numa psicina: a água salgada é mais densa do que a água comum.Aliás, se você colocar um pedaço de gelo, também verá que ele flutua mais, deixando um volume mais à mostra na água salgada do que na água comum. Verifique!

  • Conteúdo:

Densidade da água



Experiência "O que faz encher os balões?"





  • Material:

Balão

Pacote de fermento em pó para bolos ou bicabornato de sódio

Garrafa pequena de vidro ou de plástico

Água

Vinagre

  • Como fazer:
    Deite a água na garrafa e junte um pouco de vinagre.Deite o pacote de fermento em pó dentro da garrafa e enfia muito rapidamente o balão na boca da garrafa. Pode também deitar o fermento dentro do balão com um funil de papel e depois enfiar o balão na boca da garrafa.Levante em seguida o balão para que o pó caia na garrafa.Observe o que passa.No frasco forma-se espuma e o balão começa a encher devagarinho.Formam-se bolhas de gás e este acaba por encher o balão.Quando fazemos um bolo, o fermento funciona de forma semelhante.Misturamos ele na massa do bolo para que se formem bolhas e o bolo fique bem fofo.




Experiência "Uma semente uma planta: Semeadura"

Os pequenos irão adorar! Pode se trabalhar diveros conteúdos, mas neste caso, como objetivo principal, os vegetais. Delicie-se!


  • Conteúdos:

Seres vivos (vegetais)


  • Material :

garrafas pet

algumas sementes (feijão,cebolinha,salsa,soja etc.)

terra de jardim

água

  • Como fazer:
    Cortar a garrafa pet em forma de uma jardineira (cortá-la ao meio), colocar terra de jardim úmida dentro da garrafa e plantar em cada uma um tipo de semente, essas semeaduras deverão ficar em um lugar onde bata sol e possam ser observadas diariamente.

  • O que acontece:
    A turma deve ser separada por grupos de 4 alunos, que ficarão com a tarefa de observar a garrafa com a semente escolhida e descrever o que está acontecendo dia após dia. O professor pode sugerir que se faça um calendário para anotar o que está acontecendo com a semente todos os dias.O conceito de ser vivo vai se construindo progressivamante a medida que a semente vai se modificando com o tempo e com as trocas feitas com o ambiente.

    Experiência "Fazendo cola com leite"

  • Materiais:

leite desnatado

vinagre

uma panela que não seja metálica (uma esmaltada serve)

bicarbonato de sódio

  • Como fazer:

Aqueça meio litro de leite desnatado e adicione seis colheres de sopa de vinagre aos poucos, misturando constantemente. Quando começar a engrossar, retire-o do fogo. Continue a mexer até que não haja mais possibilidade do caldo engrossar. Espere que a substância assente no fundo da panela. Então coe-a. Adicione 1/2 de copo (60 ml) de água e uma colher de sopa de bicarbonato de sódio (também pode-se usar borato de sódio). Quando cessar o borbulhamento, tem-se cola.

EXPERIÊNCIA "Densidade dos corpos"

  • Conteúdo:

Densidade dos corpos

  • Objetivo:
    Mostrar que os corpos mais densos que a água vão para o fundo, quando mergulhados nela.
    Destacar os cuidados que devem ser tomados na observação de um fenômeno.

  • Material:
    Café sem açúcar
    leite
    água
    rolha
    álcool
    copo de vidro
    conta-gotas ou seringa

  • Procedimento

    Coloque leite no copo (1 ou 2 cm de altura), e sobre este líquido, uma fatia de rolha (corte a rolha com cuidado).
    Com o conta-gotas ou seringa, vá deixando cair sobre a rolha, lentamente, gotas de café, até atingir mais 1cm de altura.
    Repita o procedimento anterior, agora com água em lugar de café.
    Faça a mesma coisa, agora com álcool.
    Faça os alunos observarem que nestas condições os líquidos não se misturam. Eles se dispõem em ordem crescente de densidade. O mais denso lá em baixo e o menos denso cá em cima.
    De acordo com o observado, faça uma seqüência dos líquidos utilizados, por ordem de maior densidade. Experimente com outras substâncias (óleo, groselha, xampu etc.).
    Que teria acontecido, se na experiência original tivéssemos começado como álcool e terminado com o leite?


PENSANDO NAS ETAPAS DA DIGESTÃO ATRAVÉS DE 8 EXPERIMENTOS

AÇÃO DA SALIVA

  • Material

vidro

conta-gotas com tintura de iodo

2 copos plásticos de café

2 tubos de ensaio numerados

água

amido

  • Procedimento

Coloque água em um dos copos, acrescente amido, mexa e despeje dois dedos da mistura em cada tubo de ensaio. No outro copo, recolha um pouco de saliva, passe-a para um dos tubos e agite. Espere 30 minutos e pingue uma gota de iodo em cada tubo.ConclusãoO amido, ao reagir com o iodo, apresenta uma coloração roxa, mas a mistura com saliva não fica roxa por causa da atuação da enzima ptialina. Ela transforma o amido em maltose, que não reage com o iodo.

A IMPORTÂNCIA DE SE MASTIGAR BEM

  • Material

2 copos com água

2 comprimidos efervescentes

  • Procedimento

Triture um dos comprimidos sobre uma folha de papel. Coloque simultaneamente o tablete inteiro em um copo com água e o triturado no outro.

  • Conclusão

O triturado se dissolve bem mais rápido. Essa é uma das características da digestão: quanto menores os pedaços de alimento, mais rapidamente os nutrientes presentes nele são absorvidos pelo organismo.

SENTINDO SABORES

  • Material

4 conta-gotas com: suco de limão, água com açúcar, água com sal e chá de carqueja

açúcar

colher

  • Procedimento

Diga aos alunos que algumas regiões da língua são mais sensíveis a certos gostos que outras. Pingue os líquidos em diferentes regiões da língua. Depois, coloque açúcar na língua seca de um aluno.

  • Conclusão

Sentimos o gosto dos alimentos porque o cérebro interpreta as informações captadas pelos sensores presentes na língua. Se ela estiver seca, não sentimos gosto algum, pois a saliva ajuda a desprender dos alimentos partículas que sensibilizam o paladar.

MOVIMENTO DA DIGESTÃO

  • Material

meia fina

bolinha de isopor ou de tênis

bolacha

  • Procedimento

Peça aos alunos para colocar a mão no pescoço. Ao engolir uma bolacha, eles sentirão o movimento peristáltico feito pelos músculos do esôfago. Coloque a bolinha (que representa a comida) dentro da meia fina (o esôfago). Faça a bolinha deslizar pela meia empurrando-a com os dedos.

  • Conclusão

Os músculos do esôfago se contraem de forma parecida com a meia para levar o alimento ao estômago. Esses movimentos ocorrem em todos os órgãos do sistema digestório.

ACIDEZ DO SUCO GÁSTRICO

  • Material

1 copo plástico de café

leitevinagre ou suco de limão

  • Procedimento

Coloque leite no copo e adicione vinagre.

  • Conclusão

O vinagre talha o leite da mesma maneira que o suco gástrico, produzido pelo estômago, quebra as moléculas grandes dos alimentos em partículas menores. Isso ocorre porque o suco é composto de ácido clorídrico, enzimas e muco.

DETERGENTE DA DIGESTÃO: BILE

  • Material

dois copos com água

óleo de cozinha

detergente

  • Procedimento

Coloque óleo nos dois copos com água. Em um deles, acrescente detergente e agite.

  • Conclusão

Assim como o detergente, a bile, produzida pelo fígado, é um suco ácido que transforma as gorduras em gotículas muito pequenas, facilitando a digestão.

QUEBRA DE PROTEÍNAS

  • Material

clara de ovo cozido

4 tubos de ensaio numerados

água

suco de mamão, de limão e de abacaxi

algodão

  • Procedimento

Coloque água no tubo 1, suco de mamão no tubo 2, de limão no tubo 3 e de abacaxi no tubo 4. Corte a clara de ovo em cubinhos iguais e coloque um em cada tubo. Tampe com algodão e deixe em repouso por três dias.

  • Conclusão

Apenas no tubo 4 será possível perceber a diminuição da clara de ovo, já que a bromelina, enzima presente no abacaxi, provocou a quebra da proteína albumina. No estômago e no intestino delgado as proteínas também são quebradas pelas enzimas.

ABSORÇÃO DE ÁGUA PELO CORPO

  • Material

copo com água

esponja

  • Procedimento

Coloque a esponja seca no copo com água.

  • Conclusão

A esponja age da mesma maneira que o intestino grosso, pois ele absorve vitaminas e sais minerais de parte da água que estava nos alimentos ou que foi ingerida com eles. Esses nutrientes depois são levados pelo sangue para as células.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Escola do Amanhã

Escola do Amanhã

Missão:
“ Desenvolver indivíduos responsáveis, bem informados, receptivos, confiantes e com senso comunitário através de um ambiente educacional onde todos os alunos são motivados a desenvolver suas potencialidades em um ambiente não discriminatório e multi-cultural.”




Visão:




“ A Escola do Amanhã é uma comunidade acolhedora, que busca a excelência, onde todos os indivíduos são importantes.”


Análise do Ambiente:

Ambiente Interno Ambiente Externo

S
Qualidade de Ensino
Treinamento e Atualização
Interdisciplinaridade
Pluralismo de Idéias
Ambiente Acolhedor


O
Proposta inovadora
Visão Holística do indivíduo
Teto de alunos por sala de aula recomendável

W
Localização
Insuficiência de Recursos financeiros
Falta de uma cultura de avaliação para alguns departamentos


T
Desvalorização da Educação e seus profissionais
Abertura de Inúmeras escolas nas redondezas
Espaço e Instalações




Público Alvo:


Pré-Escola, Ensino Fundamental e Ensino Médio.



Marketing Promocional:


· Na entrada do segundo filho dá-se desconto de 10% na mensalidade, no caso de 3 ou mais filhos 20%
· Parcerias com cursos de Inglês e Informática oferecendo-se desconto de 30% na mensalidade
· Horário Integral e Hora do dever supervisionado

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Projeto Interdisciplinar de Ciências Naturais-Grupo as três Mosqueteiras

Diversas Atividades de Ciências para a Pré-Escola-crianças de 4 a 5 anos de idade
Alunas: Adriana Bonorino
Tatiana Sobral

Características dos seres vivos: As Plantas
Conteúdo:
· Conhecendo as plantas
· O ambiente e as plantas
· As partes das plantas
· Utilizando as plantas
· Cultivando plantas
Objetivo:
· Reconhecer e classificar os diferentes tipos de plantas
· Entender o que é necessário para que uma planta se
desenvolva
· Utilidade das plantas em nossa vida
Recursos:
· Fotos
· Apresentações em PowerPoint
· Demonstrar os diferentes tipos de plantas, suas partes e sementes
· Cultivar um Jardim
· Experimentos *
· Visita ao Jardim Botânico
Estratégias:
· Em primeiro lugar fazer um “brainstorm” sobre o que os alunos sabem sobre as plantas em geral.
· Perguntar o que eles gostariam de aprender sobre plantas e partir deste ponto.
· Pedir aos pais que enviem sementes, terra, vasos, plantas para que se possa plantar as mesmas em uma jardineira, potes de iogurte ou até se houver espaço, um jardim externo.
· Demonstrar através de experimentos práticos fatos sobre plantas
· Pedir que os pais enviem para escola: cenouras,beterrabas,palmito,aspargos,alface,couve-flor,brócolis,feijões,milho e classificar partes das plantas como por exemplo: Qual destes alimentos são sementes? Raízes? Caule? Folhas? Flores? Relacionar que partes de uma planta comemos.
· Visitar ao fim da unidade um espaço em que se possa verificar os diferentes tipos de plantas em loco, como por exemplo, o Jardim Botânico
Avaliação:
· Fazer um pequeno livro sobre o passeio: Capa poderia conter uma foto tirada pelo aluno como sendo o ponto alto do passeio
Uma página onde o aluno desenharia o que mais gostou
Uma página onde poderia classificar os tipos de plantas como : aquáticas,terrestres e aéreas
Uma página onde este poderia fotografar as observações durante as seis semanas(1x por semana) sobre o crescimento de sua plantinha, descrevendo o que percebeu a cada momento,a professora pode atuar como escriba, uma vez que seus alunos ainda não escrevem
E finalmente uma página diferenciando seres vivos e não vivos e as características dos primeiros como, por exemplo: Respiração, excreção, movimento, reprodução, nutrição, sensibilidade e crescimento.

*Exemplo de Experimento:

Materiais Necessários:
· 2 pires ou 2 tampas de vidros grandes
· 2 chumaços de algodão
· alpiste
· água
· uma caixa de sapato com um furo,mais ou menos do tamanho de uma tampinha de refrigerante
Procedimentos:
· Abra os pedaços de algodão nos recipientes escolhidos(pires ou tampas). Molhe um pouco. Coloque o alpiste sobre eles. Umedeça o algodão todos os dias. O alpiste começará a brotar.
· Quando o alpiste tiver a altura de mais ou menos de 1 cm, cubra um dos recipientes com a caixa de sapato já com o furo.
· Uma vez por dia, molhe um pouco as plantinhas nos dois recipientes. O recipiente tampado com a caixa não deve ficar descoberto por muito tempo. Levante, observe, molhe e abaixe. Não altere a posição do buraco. A caixa deve ficar do mesmo jeito que foi colocada no primeiro dia, afim de que o buraco não saia do lugar.
· Após alguns dias você observará que as plantinhas que estavam fora da caixa cresceram retas e as que estavam dentro da caixa cresceram voltadas para o lado do buraco. Por quê?
“As plantas realizam movimentos à procura de luz e de ar.”

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Projeto dos Amiguinhos

IAVM
Curso de Pedagogia
5º Período

Ensino das Ciências Naturais: Fundamentos e Metodologia
Professor: Celso Sanchez

Grupo: Os Amiguinhos da Educação

Componentes:
André Luiz de Almeida Davila
Carlos Eduardo S. de Souza Silva
Glaucia Barcellos
Lúcia Nogueira Bezerra Ribeiro
Luiza Maria Dellatorre Silva
Tereza Renata Vaz Monteiro Dias

Primeira Atividade
Atividade de Ciências (Ensino Fundamental).


A partir de uma experiência simples direcionada a faixa etária do Ensino Fundamental, é possível estabelecer a conexão entre a interdisciplinaridade dos saberes e transdisciplinaridade que fundamentam a construção do ser social, ser ético e principalmente SER HUMANO.

Experiência:

Uma caixa confeccionada pelos alunos de papel oficio (produzida de papel reutilizável, descartado pela própria escola).
Um bico de bunsen, aceso onde se coloca a caixa de papel com um ovo dentro (pode ser utilizado somente com água até que atinja a fervura, podendo fazer um chá, ao fim da experiência).
O ovo cozinhará sem que a caixa de papel queime, por que a clara e a gema do ovo (ou a água) estarão hidratando o papel impedindo que se queime.
Desenvolvimento da abordagem: Observação da realidade e comprovação do fato estudado.
Porque o papel não queima?


Porque o papel está hidratado pela água ou pelo ovo.
Logo tudo o que está hidratado não queima.

Relacionando esta experiência com as queimadas nas florestas, observando à falta de chuva que possibilita o fogo devastar quilômetros de florestas em conseqüência de o aquecimento global modificar o clima e alterar as condições climáticas que mantêm o solo úmido, logo as plantas não são hidratadas e sem estão passíveis de pegar fogo em extensões devastadoras.
Nesta relação estabelecer semelhanças e diferenças entre os ambientes com boas condições climáticas e com alterações climáticas.
Onde o homem pode sobreviver com dignidade e como esta condição essencial ao ser humano se altera. Quem é o responsável por esta alteração?
Propor um debate onde se conclua com uma carta aberta, comunicando a comunidade mais próxima (pode ser a escola, o bairro ou outra instituição) as decisões resultantes desta reflexão.
Interdisciplinaridade:
Geografia:
Trabalhar com mapas, identificando os locais onde acontece o maior nº de queimadas no País. Observar que o ciclo das chuvas não consegue romper com o processo de desertificação em algumas áreas do mapa.
História:
Identificar os fatos históricos que se apresentou nesta região que possivelmente estão por traz do fato de as matas estarem em processo de desertificação, em função do cultivo indevido ou da estratificação sem limites de algumas áreas.
Matemática:
Contabilizar o tempo provável em que cada área devastada pelo fogo levará para restabelecer o ciclo necessário para sobrevivermos respirando.
Português:
Produção de textos sobre o assunto com foco narrativo determinado, tipo: Irônico, poético, livre e literário.


Transversalidade
Ambiente: relacionar a experiência do fogo com a água e a hidratação entre as partes, com a necessidade de se cuidar do meio Ambiente, onde somos co-responsáveis e sujeitos da agressão que lesa a natureza de seu pleno funcionamento, causando modificação de sua funcionabilidade e harmonia entre a mesma e o Homem.
* Propor sugestão de atitude em relação ao fato.
O que eu posso fazer: Sozinho...
Com o outro...
Com minha comunidade...

Ser humano e saúde e Recursos tecnológicos: Pesquisar sobre a quantidade de água necessária para manter o funcionamento do corpo humano, e promover a construção de um blog, para informar aos internautas, o resultado desta pesquisa, direcionando a mesma para o público infanto-juvenil (linguagem e imagem adequadas ao público alvo).

Esta atividade não necessita de utilização de um eixo temático local, por tratar-se de um discurso globalizado na atualidade.


Segunda Atividade
Relógio de sol!!!
O Sol é uma estrela, uma bola de gás muito quente que nos dá o calor e a luz necessários à vida.
Esta é a imagem do Sol, fotografada do espaço. Como vês, é uma enorme bola de fogo que lança as suas chamas pelo espaço, iluminando e aquecendo a Terra.
No Verão, o Sol sobe mais alto no céu e os dias são mais longos que as noites. No Inverno o Sol não sobe tanto, há menos horas de luz e por isso está mais frio.
Quando o Sol está mais alto no céu atinge-se o meio do dia. Podes saber quando é o meio do dia através das sombras. Olha para as sombras das árvores ou dos edifícios quando vais de manhã para a escola: as sombras são longas pela manhã; ao meio do dia, as sombras são menores e, pela tarde, são outra vez maiores.

Experimentando
· Sozinho ou com amigos marcamos um ponto no chão, onde poderemos fazer riscos. O ideal seria no pátio da escola. Coloca-se de pé sobre a marca e pede a um amigo que risque com giz o fim da tua sombra. Volta à marca de meia em meia hora ou de hora a hora, marcando com o giz o fim da sombra.O comprimento da tua sombra e a direção da mesma, variam ao longo do dia.Ao meio do dia a sombra vai ser mais curta, e ao princípio ou ao fim do dia a sombra vai ser mais longa.
· Agora podemos traçar uma linha que passe pelos vários pontos que marcamos. Voltaremos a ficar na marca central voltada para o ponto sobre a linha que está mais perto de nós. Nesse momento estaremos virados para o Pólo Norte da Terra. Verificaremos com a bússola se for possível.
Exercício:
Agora traçar no chão a rosa-dos-ventos com os pontos cardeais!
Podemos inclusive ousar em comentar sobre as diferenças do horário de verão e suas competências de economizar energia, no item temas transversais do PCN.Horários de higiene para o eixo temático de ciências corpo e saúde, os astros e até falar das estrelas com atividade de desenhar os astros.Interpretação de textos na aula de portugues, explorando a fase do "era uma vez com a possibilidade de a criança colocar horário em suas histórias.Na matemática poderá interpretar senso de direção, direita e esquerda a partir do giro do corpo e registrar o que é sentido horário e porque, já que encontramos esta referencia de direção por toda a vida.Propor uma atividade de pesquisa para saber se todos os relógios são redondos e sendo iguais e ou diferentes, se isto altera a hora marcada.Iniciar nossos pequenos no universo dos versos e prosas da lingua portuguesa.Iniciar uma linha do tempo em que eles possam todo mês acompanhar a mudança de tempo e temperatura “lincando” com o tempo marcado no relógio que conta os dias e os meses e os anos. Como evoluem as plantas e os animais e as pessoas conscientizando assim o ciclo da vida, orientando para entenderem em que ciclo estão.

Terceira Atividade
Happy Feet – O Pingüim
Desenho
EUA/2006
Diretor: George Miller
Warner Home Video

O dom de cantar é o que se espera de todo pingüim que acaba de chegar ao mundo. Mano, no entanto é diferente. Nascido com os pés agitados seu talento é dançar. O tempo passa e ele cresce sem se encaixar em nenhum grupo de amigos nem conquistar sua amada Glória, afinal não tem uma voz afinada. Isolado dos outros animais da sua idade, Mano encontra alento quando conhece um grupo de quatro pingüins latinos que tem outro estilo de vida. Amoroso e sua animadíssima turma propõem ao novo amigo uma incrível aventura: capturar os aliens que estão roubando os peixes do local em que vivem. A partir daí, muitas situações emocionantes desafiam esses audaciosos jovens.

Aula:
A aula será uma grande ‘mesa redonda’, onde os alunos terão a oportunidade de discutir os temas levantados pelo filme.
É importante que haja um mediador, o professor, e um time keeper, um aluno que irá controlar o tempo para que a discussão não se disperse e o foco não seja perdido.

Os dois principais assuntos a serem discutidos são:

Não possuir algo ‘natural’ que faça do ser (humano ou não) parte de um grupo. No filme o pingüim não consegue cantar, pelo contrário, é um excelente dançarino. Cantar é a sua ‘dança do acasalamento’. O fato de possuirmos características diferentes dos demais nos faz menos parte de um determinado grupo?
A falta de peixe causada pela necessidade do homem de querer sempre mais (o homem pescando com máquinas e consumindo mais que o necessário, causando um desequilíbrio natural) e as conseqüências de tal atitude.

Esse tema apresenta uma oportunidade trans e interdisciplinar muito interessante, pois os alunos terão a oportunidade de refletir sobre diversidade (tanto natural quanto cultural), localizar no mapa mundi a região polar antártica onde vivem os pingüins, discutir e estudar sobre sustentabilidade e o impacto das ações do homem no meio ambiente e, finalmente, ter contato com toda essa história através de uma animação computadorizada para o cinema, onde tecnologia e arte se encontram em prol do entretenimento.



Quarta Atividade
Tem água na batata?

Objetivo desta experiência é criar condições para que os alunos:

Ampliem seus conhecimentos sobre a presença de água nos alimentos;

Formulem e comprovem hipóteses sobre a presença na batata crua e no pão;

Iniciem a compreensão de procedimentos científicos para a verificação e o desenvolvimento da atitude investigativa ;

Material

Faca
Sal
Folha de papel-toalha
Prato de plástico
batata

Atividade

Inicialmente vamos fazer uma discussão sobre a existência de água nos alimentos e, em especial, nesse que vamos observar.
Antes de iniciar a experiência seria interessante, mostrar aos alunos que em ciência é importante testar hipóteses, experimentar, criar procedimentos científicos. Não basta dizer eu acho, ou isso é assim e pronto. È preciso ensinar o aluno a justificar seu ponto de vista, explicar por que pensa desse jeito ou do outro.

1º corte uma batata crua ao meio.

2º pressione o papel toalha sobre a batata. É provável que ele fique úmido e isso já será uma comprovação da existência da água.

3º Diga aos alunos que o sal permitirá quanta água ainda existe na batata.

4º Faça uma cavidade no meio da batata e bote o sal nessa cavidade de modo a preenchê-la .

Os alunos perceberão que a cavidade ficará cheia de água e que a batata se torna mais fina e murcha

5º Retomada das perguntas iniciais e confirmação das hipóteses .

Temas relacionados

●a presença da água em alimentos industrializados e in natura.
● cada tipo de alimento possui uma certa quantidade de água.
● a alta porcentagem de água nos alimentos faz com que os alimentos estraguem – água e conservação dos alimentos -. Falar sobre a desidratação de certos alimentos. Como, por exemplo, o leite em pó.
● Porque o sal retira água da batata. Mostrar que esse processo de salga é utilizado para desidratar peixes como o bacalhau (Lembrar que esse processo foi muito importante, por exemplo, para armazenar os alimentos na época das grandes navegações).



Quinta Atividade
O JARDIM DOS SENTIDOS
Material necessário:
- Mudas de temperos e hortaliças - salsa, cebolinha, coentro, alecrim, orégano, pimenta de cheiro, louro, alface e couve.
-Dois grandes baldes para plantar as mudas.
- Regador
- Vendas para os olhos.
Como fazer:
Propor esta atividade à turma, estabelecendo um contrato pedagógico com as regras de quem, como, quando e por que cuidar do jardim;
Criar um pequeno relatório acompanhamento, semanal, onde serão registradas as mudanças/alterações e outras observações pertinentes àquela semana.
Quando as mudas tiverem maiores, transportá-las para os baldes.
Atividades:
Além das atividades descritas acima, executar as seguintes atividades:
1. Um dia, ao regar as hotaliças e temperos, vendar os alunos, pedindo que prestem atenção ao som da água caindo nas plantas. Discutir essa atividade com as crianças e estabelecer relações com a água e a vida;
2. Em um outro dia, voltar a vendar as crianças e deixar – sob orientação – que sintam, através do toque as diferenças entre cada espécie plantada. Discutir essa atividade com as crianças, dando importância ao toque e sobre a diversidade de texturas;
3. Numa terceira atividade, novamente com os olhos vendadas, pedir para que a crianças cheirem as hortaliças/temperos. Discutir essa atividade, reforçando o conceito de diversidade,
4. O professor, exercitando o sentido da visão, pode fazer com que as crianças observem o jardim e depois façam um desenho dele para ficar registrado.
5. Por fim, se houver oportunidade, criar receitas que levem os ingredientes plantados, realçando as diferenças de sabor e utilização.
Atividades complementares e transdiciplinares: Pedir que eles identifiquem em suas casas algum desse tempero. Na parte de geografia, pode-se pedir uma pequena pesquisa sobre que produtos são produzidos na sua cidade. Na história, contar que a busca por especiarias ajudou a impulsionar as grandes navegações. Na matemática, quantificar quantas espécies diferentes foram plantadas em cada balde. Na diversidade cultural, identificar de onde vieram esses temperos e como são usados nas diversas regiões do Brasil e do Mundo. No português, identificar o qual o tempero/cheiro que eles conhecem no poema abaixo:


RIA, ROSA, RIA
(Manuel Bandeira)


A Guimarães Rosa



Acaba a Alegria


Dizendo-nos: - Ria!


Velha companheira,


Boa conselheira!


Por isso me rio


De mim para mim.


Rio, rio, rio!


E digo-lhes: - Ria,


Rosa, noite e dia!


No calor, no frio,


Ria, ria! Ria,


Como lhe aconselha


Essa doce velha


Cheirando a alecrim,


A alegre Alegria!





Além disso, existe toda uma temática ambiental e social que podem ser trabalhadas, tais como: saber cuidar, saber dividir, agricultura orgânica, a importância da água, fome e ética.

PROJETO INTERDISCIPLINAR

INSTITUTO A VEZ DO MESTRE
Graduação a Distância em Pedagogia
Ensino das Ciências Naturais
Grupo: CABO FRIO 40º
Integrantes: Eliana Helena dos Santos de Souza
Paula Duarte Vianna


Atividade 1: Já é noite no Brasil?

Material:
- globo e lanterna
- papel, lápis, tesoura e plasticina

A noite e o dia
Todos os dias, ao anoitecer, o Sol desaparece. De manhã ao amanhecer o Sol volta a brilhar. Por que anoitece? Será que quando anoitece em Portugal também anoitece na Rússia? E na Alemanha? E no Brasil?
Para perceber o que se passa e poder responder a estas perguntas vamos fazer uma experiência.
Precisaremos de um globo e de uma lanterna. Fazemos quatro bonequinhos de papel e prende, com um pouco de cola, um no Brasil, um em Portugal, um na Alemanha e outro na Rússia. Ligamos a lanterna em frente do globo e fechamos todas as janelas para a sala ficar escura. Imaginemos que a lanterna representa o Sol e o globo o planeta Terra. O planeta Terra está sempre a girar como um pião mas muito mais devagar do que este. Demora um dia a dar uma volta completa. Dizemos que a Terra tem um movimento de rotação. Podemos imitar este movimento pondo o globo rodando em torno do seu eixo.

Vamos agora perceber por que há noite e dia. Preparamos o globo de modo a iluminar o boneco que colocamos em Portugal. Quando Portugal está virado para o Sol, todo o país é iluminado tal como Portugal no globo quando está virado para a lanterna. Giramos agora lentamente o globo em direção à Rússia, quer dizer para Leste. O que acontece? Portugal vai deixando de estar virado para a lanterna e fica no escuro. É por isso que todos os dias fica noite. Portugal deixa de estar virado para o Sol porque a Terra gira. Mas, se continuarmos rodando o globo, Portugal volta a ficar iluminado. O Sol nasce novamente! Fica outra vez dia... E quando fica escuro em Portugal também estará escuro no Brasil? E na Rússia? E na Alemanha?

Para responder continuamos rodando o globo lentamente para Leste e observamos o que se passa. Quando começar a ficar dia para o menino que colocamos na Rússia estará dia ou noite em Portugal? E no Brasil? E quando amanhecer em Portugal, o que estarão a fazendo as meninas e os meninos na Rússia, no Brasil e na Alemanha?

Objetivos:
- Reconhecimento da forma da Terra e da sua representação no seu cotidiano (mapas, globo terrestre, fotos e vídeos).
- Relacionamento do movimento da Terra (rotação) com a passagem dos dias e noites.
- Reconhecimento dos movimentos da Terra (rotação, translação) e da sua influência nos ciclos da natureza (dias e noites/estações do ano) e no comportamento dos seres vivos.
- Percepção da existência de movimentos internos no planeta que resultam em fenômenos observados (direta e/ou indiretamente) no seu cotidiano

Atividade 2: PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães está localizado no Mato Grosso, na região Centro-Oeste do país.
A paisagem que predomina no parque é o cerrado. Entre as plantas que caracterizam a paisagem esta o Gravatá, o algodão – do cerrado e vários tipos de bromélias. Entre os animais, o veado-campeiro e o lobo-guará são alguns dos mamíferos que vivem no parque.
As belas paisagens da chapada dos Guimarães incluem ainda lagos, montanhas, cavernas e cachoeiras, entre elas a cachoeira Véu de noiva, a mais famosa.
Durante a visita ao parque, os turistas podem conhecer esses atrativos percorrendo trilhas previamente estabelecido. O parque Nacional da Chapada dos Guimarães é aberto à visitação do publico, desde que orientada por guias locais.
Imagine que você tenha sido convidado para ser uma espécie de diretor-mirim, do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Formule três regras de conduta, tendo como a conservação dos lugares visitados.

Atividade 3: Meio Ambiente – Os cinco sentidos: observando, percebendo, sentindo, distinguindo e utilizando.

Objetivo:
Despertar o aluno para a percepção crítica do meio em que vivem através do uso e desenvolvimento dos órgãos de sentidos, a fim de desenvolver o conceito de preservação/conservação, pois ele é responsável pelo meio que o cerca.

Material a ser utilizado:
- lápis de cor ou giz de cera;
- papel sulfite;
- caneta;
- lápis;
- borracha;
- revistas;
- cola;
- tesoura;
- cartolina.

Procedimento:

Pedir aos alunos para:

- observar;
- listar;
- desenhar;
- descrever;
- Comentar e representar os componentes do ambiente da sala de aula e do cenário visto através da janela;
- Pedir que eles identifiquem e comentem o que é original da natureza e o que foi transformado pelo homem nestes ambientes de forma a conduzi-los para uma percepção crítica da interferência humano sobre o meio ambiente;
- Pedir aos alunos que observem as cores da natureza e utilizar os lápis de cores como modelos das cores que o homem extrai da natureza;
- Pedir para que eles comparem um ambiente bonito e um degradado, desenhando estes ambientes ou fazendo colagens em cartolinas (ex: jardim cuidado e um degradado, o prédio da escola, as casas ao redor da escola);

Olfato
Objetivo: utilizar o sentido do olfato para identificar os odores ao seu redor (agradáveis, desagradáveis, conhecidos, estranhos, suaves, fortes, naturais, artificiais)

Procedimentos:
Pedir aos alunos para registrarem numa folha e identificarem os diversos tipos de odores encontrados na escola, em casa, no bairro, nos jardins.
Conduzir a uma comparação sobre os odores encontrados na atmosfera da cidade, do campo, do mar, da mata, do rio.

Paladar:
Objetivo: utilizar o paladar para diferenciar os sabores.
Procedimentos:
Pedir que os alunos listem os alimentos que ingerem diariamente.
Fazer uma comparação entre o sabor dos alimentos ‘naturais’ e os ‘artificiais’, dissertando criticamente sobre os sabores artificiais e os prejuízos que trazem ao nosso organismo.

Audição
Objetivo: captar e diferenciar os vários tipos de sons que existem ao nosso redor.
Procedimentos
Dirigir a atenção dos alunos para os sons que estão sendo ouvidos no momento e para os sons do dia-a-dia.
Os alunos deverão então identificar no papel ou oralmente, os ruídos que estão ocorrendo no momento; como sons de animais, instrumentos musicais, motores, pancadas, etc. e diferenciar quais os sons que são agradáveis e quais são desagradáveis de se ouvir.

Tato
Objetivo: utilizar o tato para sentir as diferentes características dos objetos e seres: limpo-sujo, áspero-liso, duro-mole, quente-frio, etc.
Procedimentos
Encarregar cada grupo de alunos com atividades habituais de limpeza, passando a idéia de que cabem a todos responsabilidade de cuidar de seu espaço escolar, de sua casa, ruas, parques, jardins, etc.)

Avaliação da atividade
Criatividade
Criticidade
Participação
Desempenho
Interação
Auto-avaliação

Objetivos
·Percebe o corpo como constituído por partes com funções diversas.
Identifica as partes do corpo
Utiliza o corpo como forma de expressão de sentimentos, desejos e idéias.

Atividade 4: Será que o ovo flutua?

Material
- ovo fresco
- copo com água
- três mãos cheias de sal
- colher

Água salgada
Se já sabe nadar na piscina, será que já tentou nadar no mar? Tente boiar numa piscina e no mar. O que é mais fácil? Sim, no mar é muito mais fácil boiar! Sinta que a água te empurra para cima!
Para perceber porque é assim faça a seguinte experiência. Coloque um ovo num copo com água. O que acontece ao ovo? Ele afunda! Tire o ovo e adicione três mãos cheias de sal à água. Mexa bem com uma colher até o sal dissolver. Torne a colocar o ovo dentro do copo. E agora, o que observa?

O ovo flutua na água!
A água salgada tem esta propriedade: alguns objetos que não flutuam na água doce flutuam na água salgada, desde que se junte sal suficiente. Experimente repetir a mesma experiência com uma batata! Consegue colocar a batata para flutuar? Em Israel, há um mar, chamado Mar Morto, onde é bastante fácil nadar. Porque será?

Objetivos:
- Reconhecer algumas propriedades gerais da matéria através da observação de acontecimentos cotidianos.
- Experimentar os conceitos de inércia, massa e gravitação no seu cotidiano.
- Identificar a variedade de materiais que existem ao seu redor.
- Reconhecer a utilização dos materiais (equipamentos, utensílios e ferramentas) de acordo com as suas características.
- Identificar alguns métodos de separação de materiais e sua utilidade para os seres humanos.
- Reconhecer, através de observações diretas e/ou indiretas, que a matéria pode sofrer transformações.

Atividade 5: Como se faz um vulcão?

Material:
placa de madeira, lata pequena cilíndrica e barro
pedras, paus, folhas secas e areia
vinagre, corante vermelho e bicarbonato de sódio

Um vulcão em erupção
Certamente você já sabe o que é um vulcão. E até já deve ter visto o fogo a sair da boca de um vulcão num livro ou na televisão. Dizemos que um vulcão está em erupção quando da sua boca saem gases, cinzas ou lava, um líquido espesso e muito quente que, ao arrefecer, se transforma nas rochas que cobrem o vulcão. À medida que estas rochas se acumulam, o vulcão fica com a forma de um monte, tendo no cimo a boca ou cratera. Mas também há vulcões estão ``adormecidos'', isto é, não estão em erupção.
No interior da Terra as rochas estão líquidas e muito quentes. Estes líquidos fazem uma grande força sobre a superfície. Sempre que encontram um buraco saem. Assim aparecem os vulcões. Por vezes a lava sai com tanta força que parte é atirada ao ar e outra parte escorre ao longo do vulcão.
É fácil fazer um modelo de vulcão e perceber como a lava desce.

Material: uma lata, barro, uma placa de madeira, vinagre tinto e bicarbonato de sódio; podes usar pedras, paus e folhas do quintal para enfeitares o vulcão.
Comece por colocar a lata virada para cima no centro da placa de madeira. Aplique barro à volta da lata dando ao barro a forma de um vulcão: largo em baixo e estreito em cima, com a largura da lata. A lata deve ficar bem escondida, mas deixa a abertura destapada. Enfeite a encosta do teu vulcão com as pedras, paus e folhas, que apanhaste no quintal. Deixe secar durante vários dias. Não o coloque ao Sol senão pode estalar! Quando estiver seco está pronto...

Vamos agora ver como funciona o vulcão. Coloque lá dentro o vinagre. Se o vinagre for branco acrescenta-lhe umas gotas de corante vermelho. Junte bicarbonato de sódio.

O que observa? Não acha que o teu modelo parece mesmo um vulcão verdadeiro? Como saiu a lava? Saiu por todos os lados ou escolheu um certo caminho?

Vai colocando mais vinagre e mais bicarbonato de sódio... se quiseres que o teu vulcão esteja em erupção. Quando junta o bicarbonato de sódio ao vinagre liberta-se um gás que sai da lata arrastando consigo o vinagre, tal qual numa erupção. Viva! O vulcão entrou em erupção!


Objetivos
- Reconhecimento que o ambiente é constituído de imensa variedade de materiais.
- Percepção de algumas propriedades gerais da matéria através das suas experiências cotidianas

Trabalho do Grupo : As Meninas

Trabalho InterdisciplinarEnsino das Ciências Naturais: Fundamentos e Metodologia

Prof.: Celso Sánchez
Grupo: As Meninas
Ana Paula Oest , Zucleia, Carla Maria Pinto, Sueli ,Maria Silvia, Marcela

1ª atividade: As Cores e a Luz
Atividade para o ensino de Ciências Naturais no primeiro ano do Ensino Fundamental.
–Conteúdo: O espectro visível da Luz
–Objetivo: Compreender as cores como constituintes da Luz
–Recursos para o experimento I: um copo de vidro liso e transparente, cheio de água; uma lanterna de luz for
Realizar a experiência de refletir um arco-íris no papel.
•Descrição: colocar o copo na mesa e a folha de papel à sua frente, ligar a lanterna, iluminando a lateral do copo de modo a refletir um arco-íris no papel.
•Falar que a Terra,vista do espaço, é azul porque a luz do Sol passa pelas camadas da atmosfera e reflete assim e, da mesma forma, o arco-íris que aparece
•no céu.
•Realizar a experiência de misturar as cores, usando lanternas com luz colorida.
•Descrição: usar uma cor de celofane, com uma ou duas camadas, para cobrir a primeira lanterna, fazer o mesmo com a outra cor para a segunda lanterna e usar a terceira cor para a terceira lanterna, prendendo o celofane com um elástico; ligar as lanternas no ambiente escuro e projetar a luz, de maneira a ficarem sobrepostas. Quando as luzes vermelha e azul estiverem sobrepostas, eles verão a cor magenta. Se forem usadas as luzes vermelha e a verde, eles verão a cor amarela, e ao usarem as luzes azul e verde, produzirão a cor ciano.
•Em seguida, falar das cores que encontramos na Natureza e das cores obtidas pelo homem, nos objetos que produz. Falar do processo de tingimento e exemplificar com o pau-brasil, abundante aqui e muito procurado pelos portugueses para obter a cor vermelha, na época do Descobrimento do Brasil e que por isto, acabou por dar nome ao nosso país.
te e uma folha de papel branco.
–Recursos para o experimento II: três lanternas, três folhas de papel celofane; uma vermelho, outra verde e outra azul; três elásticos, um ambiente escuro (ou panos pretos e fita adesiva para cobrir as janelas da sala).
Estratégias:
•A partir de perguntas-provocações, iniciar com uma conversa com a turma, como um roteiro para fazê-los pensar e expressar o que sabem sobre o tema da aula:
- O que é a luz? De onde ela vem? Quais as fontes de luz?
- Conseguimos ver as coisas sem luz? No escuro, fica tudo preto?
- A luz do sol é branca? O que são as cores?

•Falar do uso das cores para transmitir mensagens, do seu sentido simbólico:
- no trânsito, o vermelho significa PARE; o amarelo ATENÇÃO; o verde SIGA;
- a bandeira branca - o branco significando paz, trégua nas lutas;
- os significados das cores usadas nas pinturas dos corpos dos índios;
- o preto representa o luto na nossa cultura e, em outras, é o branco;
- o que as cores da bandeira do Brasil simbolizam, e as de outros países;
- as cores que expressam as nossas emoções.

Avaliação: Oralmente, fazer um resumo do que foi mostrado em aula, solicitando a contribuição dos alunos sobre o que compreenderam.

Outros conteúdos abordados:
•Ambiente ( Energia solar : iluminação e aquecimento (sustentabilidade)/ aquecimento global)
•Ser humano/ saúde (doenças causadas pela exposição ao sol . a importância do sol para os animais e vegetais e formação das chuvas)
•Recursos Tecnológicos ( Quais aparelhos são utilizados para captar a luz solar? Como isso funciona? É muito caro?)


2ª atividade:Vulcão

•Demonstre uma erupção – um experimento bastante visual, que fará muito sucesso na sala de aula e também em uma feira de ciências. A partir dele será possível demonstrar um vulcão em erupção e estudar esse fenômeno da natureza.
•Os materiais necessários são: ladrilho grande (piso), 3 kg de argila, lata pequena (tipo extrato de tomate), caixa com palitos de fósforo longos e dicromato de amônio.
•O primeiro passo é montar um vulcão de argila 30 cm de altura sobre o ladrilho, na parte de cima coloque a lata com a boca voltada para baixo, para formar a base da cratera.
•Em seguida, deixe a sobra de argila de, mais ou menos, 1cm a partir da base da base da lata até a borda do vulcão.
•Depois, coloque 2 colheres de sopa de dicromato de amônio na cratera o vulcão.
•Pronto! Acenda o palito de fósforo de longe e encoste-o no meio do montinho de dicromato até começar a faiscar. Observe a erupção.

•Orientações: o professor é quem deve riscar o palito e fazer a demonstração; o ideal é que a apresentação seja feita numa sala escura, para o efeito ficar mais visível; para facilitar a queima, pingue três gotas de querosene antes de aproximar a chama do palito de fósforo.
•Dica: o sal dicromato de amônio pode ser encontrado em lojas de materiais para laboratório didático.
• Explique aos alunos que a erupção do vulcão ocorre pelo contato dos gases quentes do interior do planeta com as rochas. Essas rochas se derretem e formam a lava que, ao esfriar, mudam o formato da montanha do vulcão.
• Esta atividade tem como objetivo: observar as etapas da erupção de um vulcão e conseqüentemente derramamento da lava, verificar que a erupção causa aumento de temperatura e mostrar os prejuízos gerados para a população que mora nas proximidades.

•Sugestões de outros conteúdos que podem ser abordados:
Ambiente : Desastres ambientais causados por erupções vulcânicas
Ser humano/ saúde : Doenças provocadas por atividades vulcânicas que contaminam o ar e solo
Recursos tecnológicos : Investigar quais recursos tecnológicos são utilizados pelos cientistas para desenvolver pesquisas para aprofundar nosso conhecimento.


3ª atividade: Porque acontece deslizamento de terra nas encostas dos morros?

Atividade para o ensino de Ciências Naturais no terceiro ano do Ensino Fundamental.
A conscientização de que há uma postura adequada em relação ao meio ambiente, de que existem aspectos determinantes pelos quais cada cidadão é responsável pela preservação do ambiente é uma ação que deve estar presente, de forma permanente na rotina de uma sala de aula.
Por essa razão o estudo do solo deve ultrapassar o nível de informação sobre as características do mesmo, permitindo a reflexão sobre sua importância para todos os seres vivos e para o equilíbrio dos ecossistemas.

O solo são todos iguais?
Levamos para sala de aula: solo arenoso,argiloso e humífero.
Distribuímos entre os alunos as amostras. Trabalhando em grupos, pedimos para que observassem o material oferecido, identificando características, discutindo sobre elas e realizando registros que seriam utilizados oportunamente, para todos os colegas da classe.

Após esgotarmos todas as possibilidades de observação, reunimos o grupo e começamos uma discussão sobre o que foi encontrado. Salientamos na discussão, não só aspectos como cor, textura, tamanho das partículas, umidade e outras materiais encontrados.
Ao longo da discussão e pesquisas, percebemos que os grupos encontraram diferentes respostas para um mesmo aspecto como, por exemplo, cor e umidade. A partir dessa constatação, começamos a listar, diferentes características encontradas e, após, reunimos os dados numa tabela.
Nominamos os grupos A,B e C da tabela como solo arenoso, argiloso e humífero, respectivamente.

Conteúdos trabalhados:
Tipos de solo
Características do solo

Qual desses solos é propício ao plantio?
Distribuímos os diferentes tipos de solo em três garrafas pet cortadas ao meio.
Fizemos o plantio de sementes de alpiste em cada um dos solos e acompanhamos a germinação das sementes.
Esta atividade durou semanas.
Desenvolvemos a habilidade da observação e comparação.
Tiramos fotos de cada alteração observada e produzimos texto sobre o assunto com o apoio visual das fotos.

Conteúdos trabalhados:
Germinação da semente
Nascimento,crescimento da planta
Ciclo vital
Solo que favorece o plantio
Tempo

Porque acontece deslizamento de terra nas encostas dos morros?
Aproveitamos o plantio feito das sementes de alpiste e colocamos a garrafa inclinada dentro de uma bacia.
Em outra bacia colocamos outra metade de garrafa com terra, sem nenhuma vegetação.
Despejamos água nas duas garrafas.
Observamos os efeitos da erosão nos terrenos desmatados, isto é , sem cobertura vegetal. Na garrafa sem cobertura vegetal, a erosão acontece de forma intensa, toda a terra escoa para dentro da bacia.
Já na bacia onde a garrafa tem alpiste plantado, a terra não escorre para dentro da bacia, pois as raízes da vegetação produzem um trançado que faz com a terra fique segura, sem escorrer, apesar de muita água.

Após a experiência pesquisamos em livros sobre adequação ao plantio, os cuidados que o solo necessita para interagir de forma harmoniosa com o ecossistema, poluição do solo, erosão, desmatamento, queimadas, ...
Produzimos um texto em grupo ressaltando os tópicos mais importantes das experiências.

Conteúdos trabalhado:
Erosão, ambientes preservados, ambientes degradados, problemas ambientais, ecossistema, poluição do solo, desmatamento, queimadas, interação do homem com o meio ambiente

•Sugestões de outros conteúdos que podem ser abordados:
Ambiente: Ciclos da natureza. Características de diferentes ambientes e paisagens Noções de manejo e conservação do solo. Erosão. Preservação e recuperação ambiental. Noções de manejo e conservação do solo. Características dos diferentes ambientes e paisagens
Ser humano e saúde: Preservação e recuperação ambiental e melhoria na qualidade de vida e saúde


4ª atividade: Tem água aqui?


Atividade para o ensino de Ciências Naturais no segundo ano do Ensino Fundamental.
Conteúdo: Presença da água nos alimentos.
Objetivo: Ampliar seus conhecimentos sobre a presença de água nos alimentos.
Formular e comprovar hipóteses sobre a presença de água na batata crua e no pão.
Iniciar a compreensão de procedimentos científicos para a verificação e o desenvolvimento da atitude investigativa.
Material para a experiência: batata crua, folha de papel –toalha, prato de plástico, sal, pão, saco plástico hermético.
Procedimento: Incentive a discussão sobre a existência de água nestes alimentos.
Pegue meia batata e faça uma cavidade. Coloque sal na cavidade da batata e peça para os alunos ficarem observando. Após alguns minutos, a cavidade começa a se encher de água. Após o experimento, ouça as conclusões dos alunos.
Incentive os alunos a pensarem como podemos provar que existe água no pão.

Depois desta discussão proponha a experiência.
Entregue duas fatias de pão e um saco de plástico. Peça que coloquem uma das fatias dentro do saco plástico e depois fechem. Em seguida, deixe uma fatia fora do saco e coloque as duas fatias em lugar arejado e bem iluminado pela luz solar. No dia seguinte observe o que aconteceu com a duas fatias de pão.
É esperado que a fatia de pão exposta ao ar esteja dura, enquanto aquela ensacada tenha permanecido com a consistência original.
O endurecimento do pão é decorrência da perda de água presente no alimento, que evapora e se mistura ao ar.

•Sugestões de outros conteúdos que podem ser abordados:
Ambiente: Deterioração dos alimentos.
Ser humano e saúde: A importância da desidratação dos alimentos, a conservação dos alimentos.


5ª atividade: Que medidas devemos tomar para prevenir a Dengue?

É necessário que desde muito cedo levemos a criança a conscientização de seu papel enquanto cidadão, e qual é sua responsabilidade frente a assuntos que digam respeito ao bem da sociedade como um todo.Como a resolução do problema não é uma ação individualizada do Estado, podemos explorar bem todas as ações que a criança, e consequentemente todos nós podemos e devemos fazer para prevenir a Dengue.

Definir o que é Dengue?
Propomos aos alunos que levassem para sala de aula recortes de jornais e revistas, que falassem à respeito da epidemia, como ela acontece?
Bem, muitos recortes chegaram trazidos pelos alunos que euforicamente mostravam uns aos outros.
Resolvemos então, dividir a turma em grupos, e discutissem sobre a pergunta e chegassem a um denominador comum, ou seja, o que è Dengue.

Após um tempo estipulado pedimos que cada grupo, representado por um líder, se levantasse e colocassem a que resultado o grupo chegou.
Os grupos foram unânimes em suas respostas: apontaram o mosquito Aedes aegypti como o responsável pela transmissão do vírus da Dengue. Recortamos então o desenho do mosquito e colamos em uma cartolina com a palavra: ATACAR! no alto da mesma.

Conteúdos trabalhados: A doença e o agente transmissor.

Como acontece o ciclo de reprodução do mosquito?
Novamente os grupos precisaram apresentar o ciclo de reprodução do mosquito. Explicando que o mosquito é apenas o transmissor da Dengue, pois pica uma pessoa contaminada e ao picar uma pessoa saudável transmite o vírus para ela. Observamos através de perguntas que muitos lugares foram citados como prováveis focos, ou criadouros de mosquitos e que eles depositam seus ovos em água limpa, parada e nela seus ovos duram até seis meses.

Conteúdos trabalhados: Saúde, doença, virose, ciclo reprodutivo do mosquito, meio ambiente

Que medidas podemos tomar para a prevenção da Dengue?
Aproveitando os mesmos recortes, osgrupos precisaram listar e executar as ações preventivas. Além do recurso dos recortes utilizamos garrafas pet, uma caixa de papelão, a lixeira da sala e o vaso de planta que estava na mesa da professora. Todo o material foi deixado a vontade para que os grupos manuseassem. Os alunos após lerem as recomendações sobre ação preventiva iniciaram suas ações, e juntos observamos se as garrafas pet estavam vazias e arrumamos as mesmas na caixa de papelão de boca para baixo (simbolizando também as garrafas de vidro),trocamos a água do prato da plantinha por terra, tampamos o lixo da lixeira, ou seja levamos a turma a conscientização das ações individuais e também coletivas para o combate ao mosquito.

Conteúdos trabalhados: Quais são as ações preventivas, como executa-las, quais são as responsabilidades individuais e coletivas, importância da reciclagem (garrafas pet, pneus), a conscientização da problemática do lixo e da limpeza urbana.


•Sugestões de outros conteúdos que podem ser abordados:
-Conscientização da cidadania,
-Vivência de sociedade,
-Doença e prevenção,
-Saúde e ambiente saudável,
-Limpeza domiciliar e urbana,
-Responsabilidade individual e coletiva,
-Ações preventivas de saúde,
-Saúde pública

Recursos:
Recortes de jornais e revistas, materiais recicláveis.

Conhecendo Melhor o som


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