quinta-feira, 3 de julho de 2008

Grupo Força

Proposta de atividades de Ciências Naturais para serem aplicadas no Ensino Básico e ou Fundamental.

1–Flanelógrafo

Para contação de histórias e explicação de qualquer tema de forma lúdica.







Como construir um flanelógrafo:

Material:

· Folha de compensado ou papelão ( o tamanho vária com o desejo do professor)

· Tecido de feltro – Cores variadas

· Cola para madeira e cola quente

· Grampeador de estofador

· Dobradiça pequena ou talagarça

· Velcro.

Como construir:

Se a base escolhida for o compensado, a mesma já pode ser cortada na própria loja. Corte dois pedaços do mesmo tamanho. Para juntar as duas partes, pode se utilizar 02 dobradiças pequenas ou um pedaço de talagarça.

Se a base for de papelão, corte com ajuda de um estilete e junte as partes com a talagarça. Use a cola quente ou o grampeador.

Cubra a base com o feltro. Use a cor azul, pois já fica como o céu, na hora de produzir as histórias e explicações.

Com feltro colorido, reproduza os elementos da aula a ser dada:

Ex: Árvores, rios, nuvem, lençol freático, serra pilheira, chuva, vento, solo, casinhas, animais, com a cola quente, cole o velcro no verso e está pronto o flanelógrafo.

Com esse material de baixo custo poderemos trabalhar o Ciclo D’água.

Abra o flanelógrafo que estará vazio. Na medida que for explicando o processo do ciclo d’água vá colocando os elementos correspondentes até ter formado o cenário completo do ciclo d’água.









2 - Atividade com Garrafas Pet para ilustrar a erosão que ocorre com a derrubada da floresta.

Essa atividade pode vir após a aula onde se falou do ciclo d’água.

Como realizar:

Pegue duas garrafas plásticas de refrigerante (tipo Pet), corte um pedaço de suas laterais. Forre ambas as garrafas com terra e coloque grama em somente uma delas. ( pode plantar alpiste, ou mesmo colocar pedaços de grama de jardim.) Abra a tampa das garrafas e com um jarro despeje água sobre ambas. Coloque as duas dentro de uma bacia ou faça isso em área externa. O que acontece: A que tem grama a água demora para penetrar e sair pela boca da garrafa e ao sair sai com pouca terra. A que está sem grama, penetra rapidamente e sai com muita terra. Pergunte o que as crianças estão observando. Pergunte se a grama protege ou não a terra e relacione com as conseqüências do desmatamento e da queimada (como erosão, perda de fertilidade do solo, perda da biodiversidade e aumento da poluição entre outros).

3 - Atividade com Garrafas Pet para ilustrar a infiltração da água no solo.


Pegue uma garrafa plástica de refrigerante (tipo Pet), corte ao meio e a parte com gargalo você irá virar para baixo.

Coloque um chumaço de algodão na boca do gargalho e depois arrume em camadas de cerca de 4 cm formando um filtro: cascalho grosso, cascalho fino, areia grossa e areia fina, respectivamente nesta ordem, imitando as camadas do solo. A outra ponta da garrafa servirá de apoio desse filtro.Pegue outra garrafa, corte o gargalo e com a parte de baixo, misture um pouco de barro e água. Derrame essa água no filtro e relacione com o mecanismo de infiltração da água no solo.


Conteúdos necessários:

É cada vez maior o reconhecimento de que a floresta e a água se completam, e que a degradação ou escassez de uma perturba profundamente a existência da outra. “A maneira mais fácil de entender a relação floresta-água é conhecendo o ciclo da água na floresta” (LINO e DIAS, 2003).

Como vimos anteriormente, a água de chuva que cai sobre uma mata, segue dois caminhos:volta à atmosfera por evapotranspiração ou atinge o solo, escorrendo através da folhagem ou do tronco das árvores. De toda a água que chega ao solo, uma parte tem escoamento superficial, chegando aos córregos, riachos, rios ou lagoas; a outra parte, infiltra-se no solo ficando armazenada por um tempo, podendo retornar à atmosfera por evapotranspiração ou permanecer por lá compondo o que chamamos de lençóis freáticos ou águas subterrâneas que vão alimentar as nascentes e os mananciais.

Desta forma, a floresta propicia que mais chuvas caiam e mais águas se infiltrem no solo e lá fiquem armazenadas. Nesta ação protetora é importante incluir o fato de que a copa das árvores e as folhas que caem e ficam sobre o solo impedem que as gotas de chuva se atinge o solo, escorrendo através da folhagem ou do tronco das árvores. De toda a água que chega ao solo, uma parte tem escoamento superficial, chegando aos córregos, riachos, rios ou lagoas; a outra parte, infiltra-se no solo ficando armazenada por um tempo, podendo retornar à atmosfera por evapotranspiração ou permanecer por lá compondo o que chamamos de lençóis freáticos ou águas subterrâneas que vão alimentar as nascentes e os mananciais. Desta forma, a floresta propicia que mais chuvas caiam e mais águas se infiltrem no solo e lá fiquem armazenadas. Nesta ação protetora é importante incluir o fato de que a copa das árvores e as folhas que caem e ficam sobre o solo impedem que as gotas de chuva se choquem com violência no solo e iniciem o processo de erosão.

Quando a floresta é derrubada temos então:

*Aumento da quantidade de águas escorrendo.

*Pouca chance para a infiltração das águas no solo.

*Redução da evapotranspiração e conseqüente diminuição na formação de novas chuvas.

*Exposição do solo aos ventos ocasionando o carreamento de seus nutrientes mais rapidamente.

*Aumento das temperaturas,

*Redução da fotossíntese,

*Redução da flora e a fauna residente.

*Ocupação do solo por diferentes usos.

Assim, os principais efeitos neste cenário ambiental de degradação, podem ser facilmente identificados com:

*Alteração na qualidade das águas, que ficam mais turvas devido à presença de algas.

*Redução na profundidade dos corpos hídricos devido ao depósito de sedimentos carregados nas enxurradas.

*Alteração no armazenamento da água no solo, com enchentes nos períodos de chuva e redução da vazão dos rios e nascentes quando da estiagem.

*Mudança na qualidade do ar, em função da diminuição da fotossíntese e do aumento de partículas em suspensão provocadas pela erosão causada pelos ventos.

*Redução da biodiversidade em decorrência da supressão da flora e fauna local.

*Poluição hídrica, ocasionada pela substituição das florestas por ocupação, em,geral inadequada, aliada a atividades agropastoris, urbanas e industriais.

A Floresta não é simples conseqüência do clima, ao contrário, o equilíbrio existe e é dependente da cobertura vegetal. Portanto, o desmatamento ou a ocupação intensiva do solo, ao substituir a floresta por outros tipos de cobertura (pastagem, agricultura anual,loteamentos) acarretam modificações climáticas, pois introduzem alterações no balanço hídrico de uma região. (SALATI,1985).

4 – Confecção de maquete – Bacias Hidrográficas

01-Pegue uma bacia comum de plástico e correlacione sua borda com os divisores de água e a sua base com o vale recolhedor das águas onde qualquer água que caia nas paredes da tigela termina no fundo. Da mesma forma a água da chuva escorre fazendo seus desenhos: “a rede hidrográfica” (hidro = água e gráfica = desenho)formando: rios, lagos, lagoas, brejos e mares. Portanto, todas as águas que caem em um determinado espaço geográfico, sustentam os córregos e rios que formam a bacia hidrográfica. Essa atividade auxilia a fixação dos conceitos físicos relativos as Bacias Hidrográficas.

02- Apresente a turma mapas geográficos que permitam a localização do Estado do Rio de Janeiro e do município que a escola está inserida. Discuta um pouco com a turma a importância dos mapas e as principais dificuldades para entendê-los, ressaltando que por trabalharem apenas com duas dimensões eles não permitem que visualizemos com facilidade a biosfera e consequentemente, as bacias hidrográficas.Em qual bacia hidrográfica você vive? Você sabe o seu endereço ecológico?

03. Apresente e discuta com a turma a Maquetes ou mapas das Bacias Hidrográficas da Região. Deixe que todos os elementos presentes sejam identificados (divisores de águas, corpos hídricos, cidades, estradas, ecossistemas e etc) e, inicie os questionamentos sobre as interações e interdependências existentes que são a justificativa do fato de que a bacia hidrográfica é o nosso endereço comum: o nosso endereço ecológico! Vale lembrar que dentro da nossa Bacia hidrográfica estão os ecossistemas que devemos conhecer melhor para que possamos protegê-los. Lá, estão os nossos rios e nascentes, os nossos mangues e brejos, as nossas matas e os nossos mares.Cada um desses ecossistemas tem íntima relação com os outros, portanto uma agressão ambiental em qualquer um deles dentro da bacia vai atingir a tudo e a todos.

04-. Construa e discuta um protótipo de microbacia. Divida a turma em dois grupos.

Cada grupo de alunos deverá criar uma bacia hidrográfica simples usando uma baciaretangular, folhas de alumínio para moldar as caixas de papelão, caixas pequenas para formular casinhas e pedaços de madeira e pedras, simulando as diferentes formas do relevo (montanhas e vales). Em um dos lados da bacia retangular deverá ficar uma base mais larga que será a baía ou oceano que receberá o escoamento das águas. O lado que representará as montanhas poderá ficar mais alto se colocarmos um livro ou outro tipo de calço embaixo.

Faça previsões sobre para onde a água irá fluir se começar a chover nas montanhas.

Para isso você pode escolher um participante para ser o “São Pedro” ou o “fazedor de chuva” em cada grupo. Com um regador jogue a água gentilmente nas montanhas simulando chuva. Para aonde a água vai?

Compare as previsões com o resultado atual. Compare e contraste as bacias hidrográficas que foram construídas pelos dois grupos.

O que vai mudar se adicionarmos fazendas, áreas residenciais, postos de gasolina,fábricas e indústrias, barcos e motores nas águas, dentro das bacias hidrográficas.

Discuta as implicações das fontes pontuais e não pontuais de poluição com a colocação dos humanos na bacia hidrográfica. Use alimentos em pó de diferentes cores como leite, chocolate e café para simular a utilização de fertilizantes, restos orgânicos de animais, poluentes de postos de gasolina e etc. Faça chover novamente e observe o movimento das águas e da poluição dentro da microbacia.

05-. Atividade ao ar livre:

Você pode facilmente estender esta atividade para fora da sala , para o pátio ou para uma praça nos arredores, ou mesmo para uma área próxima a um corpo d´água (rio, lago ou mar).

Cada grupo poderá construir uma microbacia usando areia ou solo e vegetais presentes nos arredores. Providencie algumas pás e outras ferramentas. Se existir no lugar da atividade um corpo d’água ele poderá ser usado como corpo receptor.

Divida a turma em dois grupos: Grupo do Criador e Grupo dos Seres Humanos. O primeiro grupo começa a atividade construindo uma bacia do jeito que o Criador a fez, com todos os ecossistemas íntegros.

Enquanto os criadores trabalham, os seres humanos vão planejando como vão contar a história da ocupação da microbacia. Após o término da construção da bacia pelo Grupo do Criador, entram em ação o Grupo dos Seres Humanos alterando a bacia com sua ocupação. Esta atividade permite que seja discutida a história da comunidade da microbacia além de possibilitar um bom debate sobre sustentabilidade. O resgate da história da ocupação da microbacia será a primeira atividade na próxima oficina.

06-. Recupere o que foi conversado na oficina , para isto use o Jogo da Bacia, e ao final,comece a desenhar sobre a base topográfica da microbacia. Agora já é possível nomear as elevações que formam as bordas (limites) da microbacia e os principais corpos d’água existentes.

Conteúdos necessários:

01-Aspectos Físicos

“Entende-se por bacia hidrográfica toda a área de captação natural da água de chuva que escoa superficialmente para o rio ou um de seus tributários. Os limites da bacia hidrográfica são definidos pelo relevo, considerando-se como divisores de água os terrenos mais elevados. Portanto, a depender do relevo, a bacia hidrográfica pode apresentar diferentes formas, variando de estreita e alongada a larga e curta.O rio principal, que geralmente dá o nome a bacia, recebe contribuição de seus afluentes,sendo que cada um deles apresenta inúmeros tributários menores, alimentados direta ou indiretamente por nascentes. Assim, em uma bacia existem várias sub-bacias e muitas microbacias.” LINO e DIAS (2003).

O escoamento das águas em bacias hidrográficas tem um formato ramificado como o sistema circulatório do corpo humano ou os galhos de uma árvore. As bacias podem ser abertas ou fechadas. A maioria das bacias é aberta: as águas de superfície, incluindo as chuvas e águas de escoamento, escorrem para os pequenos córregos e estes alimentam os rios que finalmente se derramam no oceano. Num sistema fechado, as águas escoam para dentro de um corpo hídrico que não possui ligação com o oceano (lagos e lagoas).

02-Aspectos sistêmicos

Atualmente o conceito de bacia hidrográfica é cada vez mais utilizado como unidade de planejamento e gerenciamento ambiental.

O uso dessa unidade natural é cada vez mais freqüente porque “possibilita uma visão sistêmica e integrada devido, principalmente, à clara delimitação e a natural interdependência de processos climatológicos, hidrológicos,geológicos e ecológicos. Sobre estes subsistemas atuam as forças antropogênicas, em que atividades e sistemas econômicos, sociais e biogeofísicos interagem” (Ab’Saber, 1987).É portanto, dentro das Bacias e Microbacias Hidrográficas que podemos, na prática e muito próximo a nós e ao nosso cotidiano, identificar e visualizar os sistemas naturais submetidos ou não a impactos e múltiplos usos. Como residentes de Bacias e Microbacias participamos e interagimos com todos os sistemas ali presentes, fazemos parte daquele Meio Ambiente, e por esta razão, o seu equilíbrio é fundamental para nós e é de nossa responsabilidade.

Segundo Lino e Dias (2003), “as microbacias são as unidades fundamentais para a conservação e o manejo, uma vez que a característica ambiental de uma bacia reflete o somatório ou a sinergia dos efeitos das intervenções ocorridas no conjunto das microbacias nelas contidas.”As bacias hidrográficas podem ultrapassar limites municipais ou estaduais. Em nossa região, por exemplo, a Bacia Hidrográfica do Rio São João engloba totalmente o município de Silva Jardim e, partes dos municípios de Rio Bonito, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Cachoeiras de Macacu, Cabo Frio e Araruama. Desta forma é essencial que uma correta gestão da bacia envolva de forma efetiva e participativa a totalidade das municipalidades (sociedade civil e governo)que dela fazem parte o que torna esse processo um grande desafio para todos os envolvidos.
Todo mundo no mundo mora em uma bacia ou microbacia hidrográfica embora a maioria de nós não se dê conta disso. E esse é o nosso endereço ecológico!


5 – Encadeamento

01- Pergunte para a turma o que eles entendem por Meio Ambiente. Crie um quadro onde você irá escrever todas as colocações e a partir daí vá definindo o conceito de Meio Ambiente. Este trabalho também pode ser feito em grupos. Pergunte o que existe na sala que não tenha sido retirado do meio ambiente e vá esclarecendo a origem de tudo que for sendo citado, até concluírem que tudo que é utilizado pelo ser humano foi retirado da natureza e portanto nós precisamos dela para viver.

02-Atividade:

Forme uma roda e distribua uma figura (imagens do Meio Ambiente) para cada aluno. Cada um deve observar as figuras de seus companheiros e estabelecer as relações que existem entre as imagens. O participante que inicia a atividade, tem um rolo de barbante na mão e o passa interligando-se ao colega, explicando para todos qual a relação entre eles dois. O seguinte faz o mesmo e assim por diante, de forma a estabelecer uma teia, pois a atividade acaba quando todos os participantes se relacionam. Para representar o impacto do ser humano sobre a natureza peça para um dos participantes soltar o fio que estava preso em seu dedo, fazendo com que todos os demais se afrouxem.


03-
Definindo Meio Ambiente

Muitas pessoas associam meio ambiente apenas com os elementos naturais como o ar, a água, o solo, as árvores e os animais. Outras ainda apresentam esta mesma natureza como um local distante e cheio de perigos, levando a falsa idéia de que os seres humanos devem dele se proteger ou dominá-lo (matando animais por exemplo). São visões distorcidas que excluem a participação dos seres humanos, colocando-os como um elemento superior e aparte.

“Hoje, as atividades dos seres humanos sobre a Terra produzem tantas influências, que a sua cultura faz parte da definição de meio ambiente.Muitos danos ambientais são causados por decisões políticas e econômicas erradas. Assim, para serem compreendidas, as questões ambientais não podem ficar restritas à ecologia.Faz-se necessário considerar os aspectos políticos, éticos, econômicos, sociais,ecológicos, culturais e outros para que se obtenha uma visão global do problema e das suas alternativas de soluções.

O meio ambiente, então, é formado por:

*Fatores abióticos (água, ar, solo, energia e etc);

*Fatores bióticos (flora e fauna – incluindo os seres humanos);

*Cultura humana (seus paradigmas, valores filosóficos, políticos, morais, científicos,artísticos, sociais, econômicos, religiosos e outros).

O meio ambiente oferece aos seres vivos as condições essenciais para a sua sobrevivência e evolução.A sociedade humana não se sustenta sem água potável, solo fértil, ar puro e sem um clima ameno. Não há economia sem um ambiente estável.Muitas pessoas, no entanto, ainda não compreenderam isso. Ao desenvolver suas atividades socioeconômicas, destroem de forma irracional as bases da sua própria sustentação. Não percebem que dependem de uma base ecológica para a sua vida e a de seus descendentes. Vivem como se fossem a última geração sobre a Terra.” (DIAS, 2003).

No último século, em nome do desenvolvimento, o ser humano passou a gastar mais recursos do que a natureza era capaz de repor. Como resultado começaram a surgir problemas ambientais em diferentes partes do planeta, como a rápida devastação das florestas tropicais, a desertificação das áreas férteis, a poluição de praias, mares e rios e a extinção de várias espécies de animais e plantas entre tantos outros.

Podemos ver as mudanças na nossa cidade com o aumento de pessoas e o conseqüente aumento na quantidade de lixo, de esgoto lançado sem tratamento, da poluição da água, do ar, sonora e do solo.

A situação é alarmante:

*As emissões de carbono no planeta, o principal poluidor do ar, aumentaram em10% desde 1991.

* 30 bilhões de toneladas de lixo produzidos no planeta são despejadas anualmente no meio ambiente.

* No Brasil, mais de 90% dos esgotos domésticos e cerca de 70% dos efluentes industriais são lançados diretamente nos corpos hídricos, sem qualquer tratamento.

* A Mata Atlântica encontra-se reduzida a apenas 7,3% de sua cobertura original;

*O tráfico de animais silvestres, peles, bexigas, patas movimentou só no Brasil, 2,5 bilhões de dólares/ano em 2001.

Fontes: Revista Veja, 2002; Núcleo Amigos da Terra,

2003; MMA, 2004.

6 – Jogo de percepção

Antes de realizar esta atividade é recomendável que o professor programe uma ida ao local um dia antes do passeio para coletar folhas, frutos, sementes e pedaços de galhos.

Primeiramente, em sala de aula, coloque os alunos em círculo, com os olhos vendados, e explique que irão receber um elemento da natureza, e que ninguém precisa temer pois não será bicho. Distribua para cada participante um objeto e peça para que ele o toque, sinta a sua forma, textura e cheiro. Ao comando do professor a criança deverá passar o objeto para o colega à direita e receber um outro objeto do colega da esquerda. Esse processo segue até que todos tenham sentido todos os objetos. Quando o, participante receber o seu primeiro objeto e reconhecê-lo deve avisar. Ao final todos compartilham a sua experiência.

Saia com a turma para um passeio ao redor da escola e peça que observem as árvores, os animais, o rio, a limpeza das ruas e etc, e tentem localizar o local de origem de onde foi retirado o seu objeto; anotando o que encontrarem e em que condições. Fale sobre as árvores, escolhendo algumas e aborde sua origem (se é nativa ou exótica), seu tronco e folhas ou alguma característica interessante.

Busque animais ou insetos que estejam morando nessa árvore.

FIM

Projeto Interdisciplinar de Pedagogia

Disciplina: Ciências Naturais

Grupo Força

Componentes:

Andréia Reis Vidal

Claudia Franco Bernardes

Gleice Máira

EXPERIMENTOS DE CIÊNCIAS NATURAIS

Grupo: Recomeço em Nova Fase
Integrantes do Grupo:
Alexandra Coelho Sorrentino
Marcia Cristina Lauria de Moraes Monteiro
Marly Carvalho Mattoso
Neuza Pereira Dias
Paulo Célio dos Santos



Projeto Interdisciplinar

Exemplos de 5 atividades de ciências para serem aplicadas no ensino básico e /ou fundamental. Idéias baseada nos PCNs e no caderno de Estudos do mestre Celso Sánchez.
Com preferência a experiências simples que possam ser reproduzidas facilmente por professores e pessoas que possam estar visitando nosso blog!
No final de cada experiência você encontrará dicas de conteúdos que podem ser explorados pelo professor.


1. TEMA: LIXO

OBJETIVOS:
Relacionar os diferentes materiais destinados ao lixo, ao tipo de atividade econômica que originou os mesmos e as necessidades do homem moderno.
Identificar semelhanças e diferenças entre o modo de vida atual e o de épocas passadas, a partir dos padrões de consumo.
Levantar conseqüências para o meio ambiente que surgem do modo de vida urbano-industrial adotados por grandes partes das sociedades contemporâneas.

DESENVOLVIMENTO:
Pedir que cada aluno pesquise em sua casa os diferentes materiais que comumente vão para o lixo.
Solicitar uma listagem relacionando estes materiais às necessidades da família por elas atendidas e ao modo como foram produzidos, montando um quadro como por exemplo:

LIXO
PRODUÇÃO
NECESSIDADES QUE GEROU O CONSUMO
Cascas de legumes

Agricultura
Alimentação
Tubo de pasta de dente

Indústria
Higiene Pessoal
Embalagem de papel para brinquedo

Indústria
Lazer

Ø Comparar com os alunos os quadros elaborados por eles. Procurar estimular os alunos a realizarem observações tais como:

§ Os hábitos alimentares de cada família, os tipos de lixo produzido, o desperdício e o reaproveitamento de materiais, as diferentes necessidades de consumo e produtos consumidos.

Essas observações podem remeter a importantes questões ligadas ao cotidiano como:

§ Conseqüência de um hábito alimentar inadequado, formas de reaproveitamento de lixo, problemas provocados pelo lixo sem tratamento adequado, impactos sobre o meio ambiente surgidos das necessidades de consumo, os diferentes tipos de lixo e o tratamento mais adequado (lixo domiciliar, hospitalar, industrial, radioativo...).

AVALIAÇÃO:
As atividades propostas buscam associar as necessidades de consumo geradas pela nossa sociedade urbano-industrial ao lixo produzido, um dos maiores problemas ambientais a serem enfrentados nas formações sociais contemporâneas. Ao elaborar quadros relacionando necessidades familiares aos produtos destinados ao lixo, o aluno vai sendo remetido a questões ligadas ao impacto deste sobre o meio ambiente.
Reaproveitar materiais comumente destinados ao lixo, estimula a criatividade dos alunos.

Um professor com base nessas sugestões deve criar outras atividades que estejam mais adequadas a sua realidade e de seus alunos e também poderão trabalhar de forma interdisciplinar com atividades de português como: Desenvolvimento da escrita e da linguagem escrita, a produção e a reflexão textual.


CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS:

§ Necessidades básicas do organismo;
§ Alimentos como fonte de energia;
§ Hábitos alimentares;
§ Destino final do lixo orgânico e inorgânico;
§ Equilíbrio ecológico.


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2. ATIVIDADES DE PERCEPÇÃO AMBIENTAL.

TEMA : ORGÃOS DOS SENTIDOS


Este tema trata de como o ser humano percebe o ambiente, identificando os órgãos dos sentidos e as sensações.

OBJETIVOS:
- Despertar para uma percepção crítica da interferência do homem sobre o meio ambiente
- Observar, listar, comentar e desenhar os componentes da sala de aula e do panorama visto da janela, identificando o que é próprio da natureza e o que foi modificado pelo homem;
- Observar, sentir e registrar os diferentes tipos de odores encontrados.
- Distinguir diferentes sabores: naturais: frutas, legumes, sucos.
- Diferenciar vários tipos de sons captados em sua volta.
- Sentir diferentes características dos objetos e seres.

DESENVOLVIMENTO:

- Estimule os alunos a levantar suposições sobre as diferentes formas com as quais os seres humanos se relacionam com o ambiente. Após observação, perceberão as diferenças e modificações feita pelo homem através da visão.

- Coloque em diferentes potes para os alunos cheirarem de olhos fechados, um tipo de perfume, acetona, vinagre, pó de café, talco.Posteriormente, eles identificarão os conhecidos, estranhos, fortes e suaves.

- Pegue diferentes tipos de alimentos e bebidas (artificiais, refrigerantes, chicletes, enlatados) para os alunos consumirem de olhos fechados. Após degustação, os alunos identificarão através do paladar.

- Coloque diferentes ritmos de músicas, barulhos variados (sirene, bater palmas, assoviar,etc) para o aluno de olhos fechados. Depois faça perguntas que o aluno e com os olhos vendados os alunos dirão o que estão ouvindo: ruídos comuns, voz dos colegas, instrumentos musicais, sons de animais, sons desagradáveis, motores, explosões, voz alta, música com volume alto, identificando os vários tipos de sons captados em sua volta.
- Dispor objetos e seres diferenciados para o aluno, sentir diferentes características dos mesmos. Com os olhos vendados dizer o que está sentindo: se o objeto é áspero, duro, liso, mole, quente ou frio.

AVALIAÇÃO:
Estas experiências são enriquecedoras, pois aguçam os sentidos dos alunos para este despertar do meio em que ele vive, sendo estimulado a observar o que pertence a natureza e o que está sendo modificado e construído pelo homem.

CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS:
Visão
Olfato
Paladar
Audição
Tato.



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3. TEMA: O CORPO HUMANO






OBJETIVO:


Levar o aluno a uma maior compreensão da estrutura funcional do corpo humano no que diz respeito às trocas gasosas com o ambiente externo, como também, nas trocas internas no que diz respeito à circulação sanguinea.



RECURSOS:


Livro didático, quadro de giz, balões de festa, uma garrafa pet de 600 ml, um tubo de caneta esferográfica, uma tesoura, massa de modelar, barbante, fita adesiva, professor/alunos.



DESENVOLVIMENTO:
Realização da simulação corporal através do modelo do tórax:
1) corte a garrafa plástica ( será usada a parte de cima ).
2) amarre firmemente um dos balões em uma das pontas da caneta com um pedaço de barbante . Dê algumas voltas no barbante antes de dar o nó, para que ele fique bem preso e não escape o ar e reforce com fita adesiva a fedação.
3) encha a boca da garrafa com a massinha de modelar, até fecha bem. Passe a ponta do tubo da caneta pela massinha.
4) retire o excesso, para deixar a ponta do tubo livre para a passagem do ar. Se a caneta tiver um pequeno furo, vede-o também com massinha.
5) amarre o "pescoço" do segundo balão e corte-o ao meio.
6) adapte esse balão ao fundo cortado da garrafa. Se necessário, use barbante, cola e fita adesiva para prender bem.
7) quando estiver tudo pronto, puxe o balão preso na garrafa para baixo e deixe-o voltar ao normal várias vezes, observando o que aconteceu.



AVALIAÇÃO:
a)O que aconteceu ao balão do interior da garrafa quando você puxou o balão de baixo?
O balão do interior se encheu de ar.
b) O que aconteceu com o balão de dentro quando o balão de baixo voltou ao normal?
O balão de dentro esvazio-se.
c) Este é um modelo de tórax. No modelo, o que estaria representando o pulmão? E as costelas? E o diafragma?
Pulmão... o balão de dentro;
Costelas... a garrafa;
Diafragma... o balão de fora.



CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS:
O corpo humano, Equilíbrio do corpo, órgãos do aparelho respiratório, funções do aparelho respiratório, o oxigênio, a poluição ambiental, doenças do aparelho respiratório, a importância da atividade física para respiração, inspiração e expiração.



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4. TEMA: ESTADOS FÍSICOS.


OBJETIVOS:
- Observar a transformação dos estados físicos da matéria;
- Verificar como a temperatura influi nesse processo.

RECURSOS:
Termômetro comum, água, cartolina, caneta de ponta grossa, gelatina de vários sabores (cada um rende cerca de 10 porções), tigelas transparentes, colheres, jarras plásticas, copos descartáveis, geladeira e aquecedor portátil.

DESENVOLVIMENTO:
- Comece pedindo à classe exemplos dos estados físicos da matéria. Que coisas do dia-a-dia são liquidas? E sólidas? Pergunte sobre o estado da gelatina, aproveitando para saber quem gosta dessa sobremessa e quem sabe como se faz. Escreva a receita em uma cartolina e tire copias para facilitar a leitura passo a passo junto com os alunos.
- Divida a turma em grupo de cinco, cada um com uma tigela plástica transparente, uma colher, uma jarra com água fria e copos. É hora de analisar os ingredientes da gelatina. Qual é o estado da água fria? E do pó? Permita que as crianças o provem e opinem sobre o gosto.
- Para demonstrar o estado gasoso, coloque a água em uma tigela transparente e peças que os alunos usem o termômetro para medir a temperatura. Ponha um aquecedor portátil no recipiente e deixe o termômetro dentro da água para mostrar a coluna vermelha subindo. Anote a medida. Possibilite que cada aluno sinta as gotículas de vapor na mão. Estimule o processo em desenhos.
-Adcione água quente à tigela de cada grupo na proporção da receita. O que aconteceu com o pó? Estimule as crianças a terminarem a gelatina sozinhas, seguindo as orientações. Quando acrescentarem a água fria, aproveite para explicar que ela acelera a transformação do liquido em sólido. Concluído o passo-a-passo, peça que tirem a temperatura novamente e marque o valor. Deixe-os encher os copinhos e levá-los à geladeira.
- Termine a experiência com um banquete da sobremesa. Deixe uma gelatina fora da geladeira para que os alunos observem a volta ao estado liquido. Incentive para que cada aluno faça um registro para documentar todo o processo.

AVALIAÇÃO:
Use as falas colhidas nas experiências e os registros para analisar o que as crianças aprenderam. Verifique especialmente se compreenderam que as mudanças de estado podem ocorrer em vários sentidos –por exemplo, do sólido para o liquido e vice-versa.

CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS:
-Estados da água, calor da água, organização de tempo, noção de quantidade, do concreto ao abstrato, associação, paladar, leitura e escrita da receita.
Estados físicos da água.
A importância da água.
O ciclo da água.
Tipos de matéria e seus estados na natureza.






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5. Tema: ÁGUA COMO FONTE DE ENERGIA




OBJETIVOS:



.Identificar a importância da água para o planeta;.Reconhecer como os seres vivos dependem da água;.Aprender como reaproveitar água para outras finalidades;.Identificar a água de qualidade para o consumo tanto na alimentação como para beber.

RECURSOS:
Panela, tampa da panela, água fervendo, água fria, sal, lâmpada de 9 volts, bocal,duas vasilhas, dois fios.

DESENVOLVIMENTO:



Uma panela com água fervendo tampada.
Dispor duas vasilhas : uma para eles colocar água comum e a outra a água retida na tampa da panela, posteriormente salgasse a vasilha que estava com água e recolhe-se a água da tampa da panela que fervia e a colocou na outra vasilha.
Ressalta-se que a água fervida e retida na tampa é denominada de destilada, pois não tem sais, pois estes haviam evaporado.
Mostra-se então um pequeno dispositivo que trouxe. Este era formado por uma lâmpada de 9volts, presa a um pequeno bocal e deste sai dois fios. As pontas dos fios estavam desencapadas.
Mergulha-se as pontinhas dos fios na água destilada e nada aconteceu. Depois faz-se o mesmo com a água salgada e então a lâmpada acende.

AVALIAÇÃO:
A lâmpada acende devido a diferença de sais da água contida em cada vasilha.Logo, não é necessariamente a água apenas que fornece energia, mas os sais minerais que estão nela.




CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS:



-Geração de energia pelas hidroelétricas;.condução de energia;
-Transformações de energia;
-Interferências do ser humano no ambiente e suas conseqüências;



-Importância dos sais minerais para os seres vivos,a saúde e para outros fins;



-Evaporação.



-estados da água na natureza,
-A importância da água para o planeta;



-Como reaproveitar a água que usamos para lavar roupa, por exemplo, para outas finalidades;



-Maneiras seguras de obter água de qualidade para o consumo na alimentação e para beber.

FIM







Grupo Educação:
Ana Marta de Seixas Valença
Claudia Paes Leme de Souza
Iaracema Schiavo
Márcia Paes Leme Souza de Sá
Maria de Lourdes Araújo Santo
Rosane Guimarães Cláudio





CLIPE VOADOR - Com vocês, clipe voador !
Objetivo:Explicar como funciona o campo magnético.






MATERIAL



1. Tesoura
2. Papel
3. Fita adesiva
4. Barbante
5. Clipe


COMO FAZER
1. Amarre o clipe no barbante.
2. Prenda o barbante com a fita adesiva na mesa.
3. Ponha o ímã perto do clipe.
4. Coloque um papel entre eles.


O QUE ACONTECE
O ímã atrai o clipe amarrado no barbante até mesmo quando colocamos um papel entre eles.


POR QUE ACONTECE?
Por causa do campo magnético que existe em volta do ímã. A força do campo magnético do ímã atrai o clipe mesmo quando colocamos um papel entre eles.




CAFÉ COM LEITE - Café com leite que não se misturam!
Objetivo:Aprenda como acontece a tensão superficial




MATERIAL
1. Copo
2. Cortiça
3. Café frio
4. Leite frio
5. Conta-gotas



COMO FAZER

1. Coloque o leite no copo.
2. Ponha um pedaço de cortiça.
3. Com o conta-gotas pegue o café e coloque em cima da cortiça cuidadosamente.




O QUE ACONTECE
O café não se mistura com o leite.

POR QUE ACONTECE?
Por causa da tensão superficial, a superfície do leite fica mais resistente. Colocando o café cuidadosamente com o conta-gotas, a tensão superficial não se rompe, impedindo que o café se misture com o leite.
BEXIGA A JATO
Objetivo: Como funciona o transporte mais rápido do mundo?
MATERIAL
1. Uma bexiga.
2. Um pedaço de linha.
3. Fita adesiva.
4. Um canudo.
5. Paredes.
COMO FAZER
1. Passe a linha pelo canudo .
2. Prenda cada ponta da linha em uma parede de seu quarto, com a fita adesiva. Coloque também dois pedaços de fita adesiva no canudo.
3. Encha a bexiga com a boca. Quando estiver bem cheia, segure o bico para que o ar não escape.4. Prenda-a no canudo, nas fitas adesivas que você colocou anteriormente.5. Solte a bexiga.
O QUE ACONTECE
A bexiga desloca-se rapidamente.
POR QUE ACONTECE?
A bexiga desloca-se com rapidez quando você deixa o ar escapar por seu bico. É a mesma maneira de funcionamento de um motor a jato.
ELETROÍMÃ.
Objetivo: Como o magnetismo funciona
MATERIAL
1. Um prego grande
2. Uma pilha de 9 volts
3. Fio de cobre esmaltado
4. Palha de aço
5. Clipe
COMO FAZER
1. Amarre o fio na ponta do prego e dê cem voltas em torno dele.
2. Raspe as extremidades do fio de cobre, com a palha de aço.
3. Ligue as pontas do fio nos terminais da pilha.
4. Enconste a ponta do prego no clipe e levante a pilha sem deixar o fio escapar.
O QUE ACONTECE
O prego atrai o clipe como um imã.
POR QUE ACONTECE?
Porque a pilha fornece energia para que haja uma corrente elétrica passando pelo fio. Isto faz com que o prego e o fio enrolado se comportem como um imã, por isso acaba atraindo o clipe. Na verdade criamos um eletroímã, porque o magnetismo dele é produzido pela corrente elétrica.

ARCO-ÍRIS.
Objetivo: A luz tem cor ?
MATERIAL:
1. Uma folha de papel em branco
2. Um copo com água
3. Uma lanterna
COMO FAZER:
1. Coloque o papel em frente ao copo com água
2. Coloque a lanterna ao lado do copo e acenda
O QUE ACONTECE:
Aparece um arco-íris refletido no papel.
POR QUE ACONTECE?
Porque o copo d'água faz com a luz da lanterna exatamente o que a nuvem faz com a luz do Sol, ou seja, separa as cores da luz. A luz que parece não ter cor nenhuma, na verdade é uma mistura de cores coloridas. Juntas elas dão a luz invisível ou luz branca. Misturadas, a gente não vê cor nenhuma, mas se você faz passar por alguma coisa que separe as cores, por exemplo, um copo d'água, você vai ver as cores separadas ou um arco-íris.
AREIA x ÁGUA
Objetivo: A temperatura do planeta, educação e meio ambiente


MATERIAL:
Dois recipientes de plástico pequenos
1/2 xícara de água
1/2 xícara de areia ou terra
Um termômetro
COMO FAZER:
1-coloque a água em um recipiente e a areia no outro.
2-deixe os dois na geladeira até esfriar
3-depois deixe os dois recipientes na luz do sol por 15 minutos
4-meça a temperatura de cada um deles
O QUE ACONTECE:
A temperatura da areia fica maior que a temperatura da água
POR QUE ACONTECE?
Sob a luz do sol, tanto a terra como a areia aquecem mais rápido que a água. Isso acontece porque o calor do sol não consegue se aprofundar na areia, ele fica só na superfície e por isso fica muito mais quente. Se você cavar na areia de uma praia no calor, vai descobrir que a areia de baixo é fria. Com a água é diferente, o calor consegue se espalhar, e assim, esquenta menos e mais devagar.

BEXIGA
Objetivo: Deixe bexigas mostrarem para você o que é eletricidade estática.

MATERIAL
1. Uma bexiga
2. Um cachecol de lã
COMO FAZER
1. Encha a bexiga. Quando estiver cheia dê um nó no bico.
2. Esfregue a bexiga no cachecol.
O QUE ACONTECE
A bexiga gruda em todos os lugares: na parede, no cabelo, no rosto...
POR QUE ACONTECE?
Essa esfregação toda cria uma carga de eletricidade na bexiga, a eletricidade estática. Ela faz com que a bexiga grude em todos os lugares.












quarta-feira, 2 de julho de 2008

Projeto Interdisciplinar.

Grupo: Nikity-Paquetá :
  • Luciana de Jesus Costa
  • Rose Mary da Costa Ermida
  • Verônica de Oliveira Souza da Fonseca.

Experiências!!!

EXPERIÊNCIA Nº 1 – O ar existe?


Recursos: Recipiente com água e um copo.

Objetivo: Constatar através da observação que o ar ocupa espaço e conseqüentemente, sua existência.

Procedimentos: Mergulhe o copo verticalmente de boca para baixo, na água, de uma bacia.

Poderemos verificar que o copo não se enche completamente porque o ar se opõe à entrada da água. Este mesmo copo mergulhado na água quando um pouco inclinado, deixa sair pequenas bolhas que desaparecem na superfície da água.

Conteúdos que poderão ser trabalhados:

· O ar – características, composição.
· Poluição do ar – perigos para a saúde dos seres humanos.
· Importância do ar para a sobrevivência dos seres vivos.



EXPERIÊNCIA Nº 2 - Purificação da água

Recursos: 2 (dois) copos, água, açúcar e um pouco de barro.

Objetivo: Constatar que através de um processo simples de decantação é possível separar os componentes de uma mistura.

Procedimentos: Dois copos. No nº 1, coloque água barrenta e no copo nº 2, uma solução de água com açúcar. Mantenha essas misturas em repouso por um dia.

Após esse tempo observar que no copo nº 1, a água barrenta apresenta-se mais transparente enquanto se forma um depósito no fundo dele. No copo nº 2, a água continua adocicada. Não muda de gosto e nem de aspecto.

Conclusão: deixar a água barrenta em repouso para que se depositem as impurezas é realizar a Decantação.

Conteúdos que poderão ser trabalhados:

· Água – composição e características.
· Importância da água na vida dos seres vivos.
· Poluição da água.
· Potabilidade da água.



EXPERIÊNCIA Nº 3 - O ar tem peso

Recursos: Dois balões de gás e uma balança.

Objetivo: Constatar através da observação que o ar tem peso.

Procedimentos: Equilibre as bolas de soprar numa balança, em seguida, retire uma das bolas da balança e enche-a. Coloque a bola cheia na balança. Observando, podemos concluir que a bola cheia de ar fez com que a balança tombasse para seu lado. Com isso podemos constatar outra propriedade do ar: Ele tem peso.

Conteúdos que poderão ser trabalhados:

· Ar – Composição, propriedades e características.
· A importância do ar para o Planeta e os seres vivos.
· Poluição do ar – perigos para a saúde dos seres humanos, doenças respiratórias.


EXPERIÊNCIA Nº 4 - Óleo usado pode virar sabão

Recursos: 5 litros de óleo comestível usado, 2 litros de água, 200 ml de amaciante de roupas, 1 Kg de soda cáustica em escama.

Objetivo: Reciclar óleo de cozinha usado, transformando-o em sabão, diminuindo a produção de lixo e reaproveitando ao máximo o produto antes de descartá-lo.

Procedimentos:

1) Coloque a água - na temperatura ambiente - em um balde de plástico.

2) Adicione, com cuidado, a soda cáustica. Mexa para auxiliar na dissolução, com um instrumento de plástico (um cano de PVC, por exemplo).

3) Adicione o óleo levemente aquecido (50°C aproximadamente) e mexa por 40-50 minutos. Está ocorrendo uma reação química de saponificação.

4) Adicione o amaciante. Mexa novamente.

5) Mexa até formar uma mistura homogênea.

6) Jogue a mistura em uma fôrma plástica ou em caixas de leite vazias e espere secar.

7) Corte o sabão em barras.

Conteúdos que poderão ser trabalhados:

· Reciclagem
· Noção de sustentatibilidade do planeta
· Reaproveitamento do lixo
· Preservação do meio ambiente

EXPERIÊNCIA Nº 5

Conteúdo: O ar.

Recursos: Recipiente (bacia) com água, um copo e um pedaço de papel amassado no fundo do copo.

Objetivo: Constatar através da observação que o ar ocupa espaço.

Procedimentos: Amasse o papel e coloque no fundo do copo. Mergulhe o copo verticalmente de boca para baixo, na água, de uma bacia.

Levante o copo e retire o papel. Poderemos verificar que o papel não se molhou, pois o oxigênio que estava no copo não deixou que o papel se molhasse.


Conteúdos que poderão ser trabalhados:

· Ar- composição, características e utilidades.
· Oxigênio – características e utilidades.
· Importância do ar para a sobrevivência dos seres vivos.

Projeto Interdisciplinar.

Grupo: Nikity-Paquetá:
  • Luciana de Jesus Costa
  • Rose Mary da Costa Ermida
  • Verônica de Oliveira Souza da Fonseca.